As doenças reumáticas são uma das principais causas de morbilidade a nível global, existindo mais de 100 patologias conhecidas nesta área terapêutica. Em Portugal, mais 2 de milhões de pessoas são afetadas por esta condição clínica que, segundo várias previsões, terá um aumento acentuado nas próximas décadas, consequência direta do envelhecimento gradual da população. À medida que a prevalência destas doenças músculo-esqueléticas aumenta, o consumo de medicamentos em contextos ambulatório e hospitalar refletem também um crescimento, pelo que os fármacos não protegidos por patente, incluindo os medicamentos genéricos e biossimilares, têm um papel preponderante no acesso terapêutico. No caso dos medicamentos biossimilares, a experiência atual tem sido positiva, apesar de continuarem a existir diversos obstáculos que impedem uma implementação mais generalizada a nível hospitalar. Neste dia em que se assinala o Dia Mundial das Doenças Reumáticas, a APOGEN, representada pela sua Presidente, Maria do Carmo Neves, considera que existem desafios relativos à utilização mais generalizada de medicamentos biossimilares nas doenças reumáticas.

